Centro Interpretativo da Argemela

Projeto Centro Interpretativo da ArgemelaProjeto Centro Interpretativo da Argemela

❖ Arpaz

A Arpaz, Associação Regional de Solidariedade e Progresso do Alto Zêzere, recuperou um edifício na localidade de Barco, Covilhã, para um novo uso: o Centro Interpretativo da Argemela.

A adaptação de um edifício de traça rural típica da Beira Baixa com o apoio do PDR2020 possibilitou a criação de um espaço e equipamentos multimédia alusivo à serra da Argemela, ao rio Zêzere e aos usos e costumes da comunidade.

O projeto enquadra-se na medida 10.2.1.6 - Renovação de Aldeias do PDR2020.

O investimento contempla o projeto de arquitetura, trabalhos de construção civil, plataforma interativa, equipamento audiovisual e de AVAC, mobiliário, plataforma elevador de escada e as componentes relativas à imagem do Centro.

O valor global do investimento apoiado em 50% foi de aproximadamente 128 mil euros.

A geologia, a história e as gentes

O Centro de Interpretação da Argemela leva-nos a vários tempos; um geológico que fez erguer a serra e gerar as riquezas minerais no seu interior; um tempo histórico longo, que fez nascer e crescer a localidade do Barco, as suas gentes humildes e assuas personalidades ilustres. Um tempo histórico breve, que fez chegar e partir a "febre do volfrâmio", com todo o seu cortejo de grandezas e misérias.

Tempo também de futuro, para o estudo das perspetivas que se abrem, para a análise da abundante documentação que o Centro de Interpretação da Argemela dispõe e que, graças à internet, será certamente por muitos consultada, muito para lá dos horizontes geográficos da serra ou - Cabeço - da Argemela, muito para além das margens do Zêzere.

Os conteúdos existentes no Centro Interpretativo foram desenvolvidos por especialistas de diferentes áreas, constituindo a semente para novas pesquisas e publicações, acerca do património natural, cultural e paisagístico do Barco e da Argemela.

Este iniciativa está articulada com a rede de museus municipais e com a rede de museus mineiros.

Lúcia Esteves e Paulo Morenito